Sobrecarga e ritmo intenso
Excesso de demandas e prazos apertados.
O desafio é obter informações confiáveis para a identificação de riscos psicossociais.
Levantamento por escuta e programas continuados de escuta dentro da organização, para apoiar a identificação de riscos psicossociais.
Um levantamento confiável começa antes do inventário.
A identificação de riscos psicossociais depende da qualidade das informações coletadas e do engajamento das equipes.
Formulários e entrevistas sem enquadre podem produzir respostas incompletas, especialmente em temas relacionados à gestão e à organização do trabalho.
O resultado é um inventário que pode não refletir adequadamente a realidade organizacional.
Excesso de demandas e prazos apertados.
Pouco controle sobre a forma de organizar e conduzir o próprio trabalho.
Tensões interpessoais e dificuldades de comunicação no cotidiano.
Falta de clareza sobre responsabilidades, prioridades e expectativas.
Descompasso entre as exigências do trabalho e o reconhecimento recebido.
Condições físicas ou organizacionais adversas no dia a dia do trabalho.
A NR-01 estabelece que os riscos psicossociais devem ser identificados e tratados como parte integrante da gestão de saúde e segurança no trabalho, ao lado dos riscos físicos, químicos e biológicos.
O QUE EU FAÇO
Levantamento por escuta.
Entrevistas individuais e grupos focais conduzidos por psicanalista. Não é questionário: é escuta com enquadre e sigilo. O que as pessoas dizem quando confiam em quem pergunta é diferente do que escrevem num formulário.
Relatório por fator de risco.
O resultado é entregue em um relatório organizado por fator de risco, sem identificação de pessoas, para o responsável pelo PGR da empresa.
Programas continuados de escuta.
Depois do levantamento, a empresa precisa de medidas de prevenção. Conduzo grupos de escuta regulares dentro da organização: encontros com enquadre, onde as pessoas falam sem que aquilo vire reunião, avaliação ou relatório para a liderança.
O QUE EU NÃO FAÇO
Não ofereço nem assino PGR ou inventário de riscos.
O PGR é de responsabilidade da empresa. Ele costuma ser elaborado pela equipe ou pelo profissional de segurança e saúde no trabalho que ela indica, como engenheiro de segurança, técnico de segurança ou médico do trabalho. Em alguns casos previstos em outras normas, como na construção civil, a elaboração exige profissional legalmente habilitado. Eu não elaboro nem assino o PGR: entrego o relatório do levantamento para que esse responsável o incorpore ao programa.
Não ofereço nem emito AEP.
Não ofereço nem emito AEP. Ela é elaborada pela equipe ou pelo profissional de segurança e saúde no trabalho indicado pela empresa.
Não ofereço avaliação psicológica, laudos nem pareceres.
Não ofereço avaliação psicológica, laudos nem pareceres. Sou psicanalista, não sou psicóloga. Não avalio indivíduos e não emito pareceres sobre trabalhadores.
Atuação restrita ao contexto corporativo.
Meu trabalho nessa frente é voltado ao levantamento psicossocial e a programas continuados de escuta dentro da organização.
Não entrego relatório com nomes.
Nada do que é dito em entrevista ou grupo chega à liderança com identificação. Sem essa garantia, ninguém fala — e sem que falem, não há levantamento.
O PROCESSO
Um processo estruturado para apoiar a identificação e prevenção de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
01
Conversa de escopo
Mapeamos porte, setor, número de pessoas e estrutura de SST. A conversa inicial não tem custo.
02
Proposta
Proposta personalizada para cada empresa, com escopo, número de entrevistas e grupos focais, prazos e formato de entrega.
03
Levantamento
Entrevistas e grupos focais realizados com confidencialidade e enquadre claro para todas as pessoas participantes.
04
Entrega
Relatório por fator de risco, sem identificação de pessoas, para o responsável pelo PGR.
PARA QUEM É
Indicado para organizações que buscam identificar e prevenir riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Empresas que já têm SST e travaram no levantamento.
Você tem quem elabore o PGR. O que falta é o material psicossocial que subsidie o documento.
Empresas com sinais de desgaste nas equipes.
Afastamentos, rotatividade ou conflitos frequentes indicam que vale ouvir as pessoas com cuidado.
Equipes sob pressão constante.
Atendimento ao público, metas intensas e jornadas longas pedem atenção aos fatores psicossociais.
Empresas que fizeram o levantamento e precisam agir.
Identificar o risco sem agir sobre ele não resolve o problema.
Não é indicada para organizações que buscam apenas um documento rápido para apresentação ao auditor.
Levantamento que não reflete a realidade é passivo, não proteção.
Quem conduz
Atuação que combina experiência em organizações e escuta psicanalítica.
Experiência em desenvolvimento de pessoas, coordenação de equipes CLT e gestão empresarial.
Formação complementar em riscos psicossociais no trabalho e na NR-1, com foco em programas contínuos de escuta.
Psicanalista de base freudiana. A escuta considera também o que não é dito diretamente nos questionários.

INFORMAÇÕES PRÁTICAS
Tire suas dúvidas sobre escopo, confidencialidade, formato e investimento do levantamento.
Não. O PGR é de responsabilidade da empresa e costuma ser elaborado pela equipe ou pelo profissional de segurança e saúde no trabalho que ela indica. A GB Psique não elabora nem assina o PGR: entrega o relatório do levantamento para que esse responsável o incorpore ao programa.
Para o levantamento, sim: preciso de alguém indicado pela empresa para receber o relatório e incorporá-lo ao PGR. Pode ser um profissional contratado ou alguém da própria equipe. Se a empresa ainda não tem essa pessoa, isso vem primeiro.
O valor é por empresa e depende do porte, do número de pessoas ouvidas e do formato. A conversa de escopo é sem custo.
Sim, e isso é parte do que faz funcionar. Escuta que a pessoa não sabe para que serve não produz material confiável.
Recebe o material estruturado por fator de risco, sem nomes e sem falas identificáveis. Essa é a condição para que as pessoas falem.
Sim. O levantamento é proporcional ao porte e ao número de pessoas.
Online. Entrevistas e grupos focais funcionam bem online, o que reduz custo e viabiliza empresas com equipes distribuídas.